
Eu não pude assistir ao jogo entre Federer e Davydenko, mas pelo que li e ouvi foi um passeio do suíço, assim como havia sido na final do ATP Finals contra Rafael Nadal. Estaria, o bom e velho Federer, de volta?
É inegável que o segundo semestre de 2010 jogado pelo suíço foi excelente, principalmente o último trimestre (mesmo com a eliminação nas semifinais do US Open por Djokovic). As férias parecem não ter acontecido, devido aos jogos de exibição contra Nadal e o torneio de Abu Dhabi, mas podemos ver um Federer “tinindo”, a todo o vapor e prometendo muito para 2011. O estilo de jogo mais agressivo e ainda mais acelerado que ele vem impondo em quadra tem feito estragos e parece estar surpreendendo os adversários, inclusive o número 1 do mundo, que não teve vida fácil contra o suíço nas últimas partidas (até mesmo na exibição que venceu na Espanha).
Como fã de tênis, espero que Nadal se recupere fisicamente, pois sem seu físico em ótimas condições ele não consegue render o que precisa para se manter no topo. Seu estilo de jogo depende demais de um condicionamento perfeito (ou algo muito próximo disso) para que ele possa ser incrível como de costume. Se isso não acontecer logo, a tendência é que Federer leve mais alguns Grand Slams para casa. A entrevista de Federer à CNN neste início de ano dizendo que Annacone transformou seu jogo e a agenda do suíço com poucos e imporantes torneios deixam uma esperança de que ele veio para buscar o que lhe falta – os quatro torneios Grand Slam no mesmo ano – e recuperar o que lhe é de direito quando está em sua melhor forma: a primeira posição do ranking.
Alexandre Cossenza escreveu de forma bastante interessante em seu blog que o Federer de hoje é melhor do que o de 2006. Honestamente, não sei se é melhor, mas é mais inteligente, com certeza. Se souber usar a agressividade que Annacone lhe trouxe, mais a inteligência que a experiência lhe ensinou, ganha tudo, com ou sem Nadal em forma. Vamos esperar pra ver. Que o espanhol se recupere para que vejamos grandes e lindos jogos em 2011.
É inegável que o segundo semestre de 2010 jogado pelo suíço foi excelente, principalmente o último trimestre (mesmo com a eliminação nas semifinais do US Open por Djokovic). As férias parecem não ter acontecido, devido aos jogos de exibição contra Nadal e o torneio de Abu Dhabi, mas podemos ver um Federer “tinindo”, a todo o vapor e prometendo muito para 2011. O estilo de jogo mais agressivo e ainda mais acelerado que ele vem impondo em quadra tem feito estragos e parece estar surpreendendo os adversários, inclusive o número 1 do mundo, que não teve vida fácil contra o suíço nas últimas partidas (até mesmo na exibição que venceu na Espanha).
Como fã de tênis, espero que Nadal se recupere fisicamente, pois sem seu físico em ótimas condições ele não consegue render o que precisa para se manter no topo. Seu estilo de jogo depende demais de um condicionamento perfeito (ou algo muito próximo disso) para que ele possa ser incrível como de costume. Se isso não acontecer logo, a tendência é que Federer leve mais alguns Grand Slams para casa. A entrevista de Federer à CNN neste início de ano dizendo que Annacone transformou seu jogo e a agenda do suíço com poucos e imporantes torneios deixam uma esperança de que ele veio para buscar o que lhe falta – os quatro torneios Grand Slam no mesmo ano – e recuperar o que lhe é de direito quando está em sua melhor forma: a primeira posição do ranking.
Alexandre Cossenza escreveu de forma bastante interessante em seu blog que o Federer de hoje é melhor do que o de 2006. Honestamente, não sei se é melhor, mas é mais inteligente, com certeza. Se souber usar a agressividade que Annacone lhe trouxe, mais a inteligência que a experiência lhe ensinou, ganha tudo, com ou sem Nadal em forma. Vamos esperar pra ver. Que o espanhol se recupere para que vejamos grandes e lindos jogos em 2011.
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